terça-feira, 27 de dezembro de 2016
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Ainda sobre ele...
É eu gostei!
Trechos que gostei do livro de Motimer Adler.
Essa frase é do prefácio feito neste livro na edição brasileira feita pela editora é realizações de José Monir Nasser.
"Todo alfabetizado sabe ler até certo ponto, mas como esse ponto pode estar muito abaixo, é preciso melhorar a habilidade da leitura em geral. Esse problema é um dos mais complexos das artes da educação." (pág. 11)
"Este livro almeja não apenas leitores, mas todos aqueles que desejam se tornar leitores. Foi escrito especialmente para leitores de livros. No entanto, o público-alvo não são as pessoas que desejam apenas ler, mas as pessoas que desejam crescer intelectualmente enquanto leem". (pág. 25)
M.J.A
"O livro consiste em palavras escritas por alguém cujo objetivo é comunicar algo a você. O seu sucesso na leitura será diretamente proporcional àquilo que apreendeu do que o autor quis lhe transmitir". (pág. 28)
M.J.A
Este próximo trecho, eu o considero muito difícil de se ouvir e ao mesmo tempo necessário para quem não quer ser um medíocre leitor. Adler cita Montaigne que
"falava de uma ignorância abecedariana que precede o conhecimento, e uma ignorância doutoral que se segue ao conhecimento". A primeira ignorância, diz Adler, é a do analfabeto, isto é, do sujeito incapaz de ler. A segunda ignorância é a do sujeito que leu muitos livros, mas os leu de maneira incorreta. Mortimer continua dizendo que Alexander Pope os chamava, com justiça, de livrescos estúpidos, literatos ignorantes. Na história, sempre houve ignorantes alfabetizados, isto é, pessoas que leram muito, mas leram mal. (pág. 33)
terça-feira, 25 de outubro de 2016
Último vídeo sobre o livro Como ler livros de Mortimer J. Adler
Último vídeo sobre o livro Como ler livros de Mortimer J. Adler
Assunto do vídeo: Os objetivos da leitura e Como formar o hábito da leitura
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
Um pouco da biografia de Mortimer J. Adler
Mortimer J. Adler nasceu em Nova York no dia 28 de dezembro de 1902, no seio de uma família judia. Sua Magnum Opus: A arte de ler: como adquirir uma educação liberal. Abandonou a escola aos 14 anos para trabalhar. Alguns anos depois voltou a estudar com desejo de se tornar jornalista, frequentou aulas na Columbia University para melhorar a escrita e para quem leu este livros sabe que as aulas renderam (rsrsr).
Adler foi filósofo, professor, teórico da educação e escritor.
Morreu em 28 de junho de 2001 aos 98 anos.
Fontes: Orelha do livro - Como ler livros (MJA)
https://pt.wikipedia.org
Fontes: Orelha do livro - Como ler livros (MJA)
https://pt.wikipedia.org
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
Fragmento do livro A cidade e as Serras - Eça de Queirós (parte 2)
" O burguês triunfa, muito forte, todo endurecido no pecado - e contra ele são impotentes os prantos dos Humanitários, os raciocínios dos Lógicos, as bombas dos Anarquistas. Para amolecer tão duro granito só uma doçura divina. Eis pois esperança da terra novamente posta num Messias!... Um decerto desceu outrora dos grandes céus; e, para mostrar bem que mandado trazia, penetrou mansamente no mundo pela porta dum curral. Mas a sua passagem entre os homens foi tão curta! Um meigo sermão numa montanha, ao fim duma tarde meiga; uma repreensão moderada aos Fariseus que então redigiam o Boulevard; algumas vergastadas nos Efrains vendilhões; e logo, através da porta da morte, a fuga radiosa para o paraíso! Esse adorável filho de Deus teve demasiada pressa em recolher a casa de seu Pai!
[...] Assim tem de ser recomeçada a obra da Redenção.
Comentário: Embora esta seja uma obra de ficção, seria bom lembrar que segundo a visão cristã reformada, e esta faz parte da minha cosmovisão, esta obra de redenção que Cristo veio fazer no mundo não foi uma Reforma social, embora quando a obra da Redenção alcança alguém de certa forma respingue de forma proveitosa na sociedade. Ex: o beberrão deixa de beber, e agora a família passa a ter tranquilidade, o preguiçoso e o que roubava passa a trabalhar. Porém, é preciso fazer justiça a literatura judaico-cristã (Bíblia), pois quem a lê e nela crê como Palavra de Deus, entende que esta Redenção, é a Redenço de seu Pecado através da graça de Deus e o prêmio da vida eterna e não somente como uma redenção política e social somente, como este texto ao meu ver, parece nos dizer.
Euline Almeida
" O burguês triunfa, muito forte, todo endurecido no pecado - e contra ele são impotentes os prantos dos Humanitários, os raciocínios dos Lógicos, as bombas dos Anarquistas. Para amolecer tão duro granito só uma doçura divina. Eis pois esperança da terra novamente posta num Messias!... Um decerto desceu outrora dos grandes céus; e, para mostrar bem que mandado trazia, penetrou mansamente no mundo pela porta dum curral. Mas a sua passagem entre os homens foi tão curta! Um meigo sermão numa montanha, ao fim duma tarde meiga; uma repreensão moderada aos Fariseus que então redigiam o Boulevard; algumas vergastadas nos Efrains vendilhões; e logo, através da porta da morte, a fuga radiosa para o paraíso! Esse adorável filho de Deus teve demasiada pressa em recolher a casa de seu Pai!
[...] Assim tem de ser recomeçada a obra da Redenção.
Comentário: Embora esta seja uma obra de ficção, seria bom lembrar que segundo a visão cristã reformada, e esta faz parte da minha cosmovisão, esta obra de redenção que Cristo veio fazer no mundo não foi uma Reforma social, embora quando a obra da Redenção alcança alguém de certa forma respingue de forma proveitosa na sociedade. Ex: o beberrão deixa de beber, e agora a família passa a ter tranquilidade, o preguiçoso e o que roubava passa a trabalhar. Porém, é preciso fazer justiça a literatura judaico-cristã (Bíblia), pois quem a lê e nela crê como Palavra de Deus, entende que esta Redenção, é a Redenço de seu Pecado através da graça de Deus e o prêmio da vida eterna e não somente como uma redenção política e social somente, como este texto ao meu ver, parece nos dizer.
Euline Almeida
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Fragmento do livro A cidade e as serras - Eça de Queirós
| http://not1.xpg.uol.com.br/ |
" Pensativamente deixou a borda do terraço, como se a presença da Cidade, estendida na planície, fosse escandalosa. E caminhamos devagar, sob a moleza cinzenta da tarde, filosofando - considerando que para esta iniquidade não havia cura humana, trazida pelo esforço humano. Ah, os Efrains, os Trèves, os vorazes e sombrios tubarões do mar humano, só abandonarão ou afrouxarão a exploração das plebes, se uma influência celeste, por milagre novo, mais alto que os milagres velhos, lhes converter as almas!"
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Jane Auten no nosso blog!
![]() |
| http://www.cafecomblablabla.com.br |
O vídeo que gravaremos em breve será sobre o livro
Mansfield Park
![]() |
| http://umaconversasobrelivros.blogspot.com.br Quem foi Jane Austen? Segundo o site L&PM Jane Austen é uma das escritoras inglesas mais famosas, já se passaram mais de dois séculos após sua morte e cá estamos falando dela e dos seus livros, pois temos intenção se Deus quiser de falar sobre outros.
E ainda segundo o site, ela nasceu no dia 16 de dezembro de 1775, em Hampshire, na Inglaterra. Filha do Reverendo George Austen e Cassandra Austen, foi a segunda mulher dentre sete irmãos.
O site UOL diz que: Seus livros possui um fino humorismo e uma profunda seriedade moral na crítica da vida e que seu espírito cômico se exercitou sobre paixões mais intelectualizadas e menos imediatas como: orgulho, vaidade, ambição, contradições pessoais e preconceitos.
Sua morte
Jane Austen adoeceu, segundo o blog Jane Austen Portugal, em 1816, provavelmente com a doença de Addison, uma patologia rara em que os sinais e sintomas aparecem de forma lenta e sutil. E aí nossa querida autora começou a dar apresentar sinais de cansaço fácil, fraqueza e enjoos. A doença era fatal e no dia 18 de julho de 1817, aos 41 anos, ela morre nos braços de sua irmã. Suas últimas palavras foram " Não quero nada mais que a morte" (WIKIPÉDIA).
Bibliografia
1. Disponível em : http://www.lpm.com.br/. acesso: 04/07/16
2. Disponível em : http://educacao.uol.com.br/
3. Disponível em : http://janeaustenpt.blogs.sapo.pt/
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quinta-feira, 16 de junho de 2016
Trechos que gostei do livro: Notas do subterrâneo
"O sofrimento é a única fonte da consciência. Embora eu tenha afirmado no princípio que a consciência é a maior desgraça do homem, bem sei que o homem a preza muito e não a trocaria por nenhuma satisfação." (final do cap 9;pág. 45)
Obs: Embora eu não acredite que o sofrimento seja a única fonte da consciência e também não estou certa de que o ser humano preze tanto assim sua consciência a ver por exemplos em nossa volta, mas eu gostei deste trecho. Para mim, é bastante poético.
"Quanto mais consciência eu tomava do bem e de todo o "belo e sublime", tanto mais profundamente submergia em meu lodo, e mais capaz me sentia de afundar completamente nele." ( cap 2; pág 15)
Obs: O "belo e o sublime" é algo que marca na leitura desta obra, vez por outra o narrador-personagem fala disso.
"Acontece que tenho um terrível amor-próprio." (cap 2; pág 15)
Obs: Ao ler um livro, certas passagens nos fazem lembrar de como a ficção aproxima-se da nossa realidade. E ao ler esta passagem eu só lembro de como nossos está impregnado do culto ao "EU", não que seja errado o amor a si mesmo, mas eu creio que possa ser intoxicador se esse amor for em excesso e pode ocorrer conosco o que aconteceu a Narciso, não uma morte física, mas a morte de não poder pensar no bem do nosso próximo.
quinta-feira, 9 de junho de 2016
Parte final das impressões sobre o livro Notas do subterrâneo
Como não tenho nenhuma intenção de ser uma estraga prazer, não direi como a história do nosso narrador-personagem termina com Lisa. Será que tudo entre eles vão terminar bem? ou mal?
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| http://www.eternoretorno.com |
Os meus amigos terão que ler essa obra maravilhosa Notas do subterrâneo para ver como isso termina.
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| http://www.buscape.com.br/ |
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